segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Interaction Design Institute IVREA
Interaction Design Institute IVREA é uma organização independente, sem fins lucrativos, fundada porTelecom Italia e Olivetti. Com sede em Milão, que oferece um programa de dois anos de Mestrado em Design de Interação para os participantes de todo o mundo, com formação universitária anterior em design, arquitetura, comunicação, ciência da computação ou psicologia. É uma escola e um centro de inovação em design e, como tal, está na posição única de ser experimental e informativa. Interação com o Ivrea é um lugar para enquadrar debates, agendas, compartilhamento de conhecimento, desenvolvimento de idéias e para a educação e aprendizagem.
Interaction design IUAV, Lab 2, Veneza
No laboratório de design os alunos, trabalhando em equipes, são convidados a desenhar um objeto físico ou instalação que fornece informações de algum tipo. Pode ser uma informação específica, como a chegada do ônibus ou o estado das marés, ou informações mais periféricas, como o movimento de pessoas em um local remoto. Os alunos aprendem eletrônica básica e têm experiência com 'hacking". No final do Lab eles fazem um protótipo funcional de seu projeto.
Alguns projetos:
As luzes estão acesas: Eles devem estar em casa
É constituída por um par de casas interativo para duas pessoas sentimentalmente ligados, o que proporciona uma intimidade doméstica de maneira muito gentil.
O que minhas plantas estão fazendo? Deixe-me escuta-las
É um sistema que ajuda as pessoas a manter contato com suas plastas quando estão fora de casa, ouvindo suas "vozes" e sabendo quando estão com sede. Um novo canal de comunicação liga as plantas a um dispositivo carregado pela pessoa.
Intervenção: Resultado final
O grande objetivo da intervenção era melhorar o acesso à loja tornando-o mais convidativo, visto que a visualização da mesma é prejudicada devido a localização mais afastada, procuramos então, trazer a lojinha para a rua, chamar a atenção do cliente. Uma vez dentro do corredor criamos um ambiente de imersão e prazer, de magia, que encanta o passante levando-o, conduzindo-o de forma leve a graciosa até o destino final: a lojinha.
Para criar um ambiente propício para a sensação de imersão que queríamos causar nas pessoas que por ali passassem usamos painéis trabalhados com trama que diminuíam a comunicação entre o corredor e o meio externo. Para conduzir os clientes até a lojinha foi criado um sistema de iluminação que o acompanha, por meio de sensores, desde o inicio do corredor até a lojinha, formando um verdadeiro caminho de luz, nome do lugar. Luminárias feitas com o mesmo material da trama, fio de PVC, foram colocadas por cima das lâmpadas. Foi colocado também um pano preto na entrada do corredor, despertando a curiosidade dos passantes que ao se aproximarem deparavam-se com uma série de buraquinhos atravessados por lentes onde podiam espiar o que acontecia lá dentro por diferentes ângulos e cores.
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| Painéis |
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| Luminárias |
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| Montagem: Confecção das luminárias |
| Montagem: Fixando os painéis |
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| Montagem: Soldando o circuito |
Objeto Interativo
O objeto interativo a seguir não apresenta nenhuma funcionalidade concreta por assim dizer. A ideia é realmente causar uma interação entre pessoa e objeto sem nenhum objetivo fixo, é permitir alguns instantes de pura e simples diversão. O objeto consiste numa caixa dividida em pequenos compartimentos onde em alguns casos existem sensores que ativam conjuntos de LEDs e sons, a brincadeira é descobrir por meio das bolinhas de imã as diversas possibilidades e combinações de sons e luz.
Obs: Além dos conjutos de LEDs apresentados existe mais um branco que parou de funcionar recentemente cujo conserto não foi possivel.
domingo, 18 de setembro de 2011
Inhotim
Swoon,
Janine Astoni
Desde o fim da década de 1960, Cildo Meireles tem se afirmado como voz única na arte contemporânea, construindo uma obra impregnada pela linguagem internacional da arte conceitual, mas que dialoga de maneira pessoal com o legado poético do neconcretismo brasileiro de Lygia Clark e Hélio Oiticica.
Seu trabalho pioneiro no campo da arte da instalação prima pela diversidade de suportes, técnicas e materiais, apontando quase sempre para questões mais amplas, de natureza política e social. Neste sentido, Desvio para o Vermelho é um de seus trabalhos mais complexos e ambiciosos – concebido em 1967, montado em diferentes versões desde 1984 e exibido em Inhotim em caráter permanente desde 2006. Formado por três ambientes articulados entre si, no primeiro deles (Impregnação) nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de móveis, objetos e obras de arte em diferentes tons, reunidos “de maneira plausível mas improvável” por alguma idiossincrasia doméstica. Nos ambientes seguintes, Entorno e Desvio, têm lugar o que o artista chama de explicações anedóticas para o mesmo fenômeno da primeira sala, em que a cor satura a matéria, se transformando em matéria. Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida.
Penetrável Magic Square #5,
Janine Antoni afirma que sua obra não tem significado em si mesma enquanto objeto ou ação. Para a artista, o que atribui sentido a seus trabalhos são as relações criadas durante os processos e os percursos, seja em suas performances, instalações ou esculturas. Em Swoon (1997), esta característica fica explícita. Na instalação composta por três ambientes, a entrada do espectador se dá por uma sala onde se vê o lado externo de uma parede cenográfica e se ouve uma forte respiração. Ao investigar o espaço, o espectador é jogado para o centro da cena, um ambiente teatral onde se encontra a projeção semicoberta de um casal de bailarinos em ação. Espelhos duplicam a cena e fazem incorporar a presença do visitante ao espetáculo. Por fim, atrás do último jogo de cortinas, revela-se o processo de construção da imagem no espaço, ao som da música de Tchaikovsky (1840-1893), do grand finale do famoso "O Lago dos Cisnes"(1875-1876). Na produção de Janine Antoni, o corpo está sempre presente: seja diretamente, através das performances; indicialmente, quando a artista utiliza-o como instrumento para construção da obra; ou indiretamente, quando os traços do corpo da artista desaparecem e a obra aciona o corpo do espectador. Em Swoon (1997), a relação entre os bailarinos, bem como aquela entre artista, espaço e público, mostra que sempre há algo mais prestes a ser descoberto e revelado.
Desvio para o vermelho I: Impregnação, II: Entorno III: Desvio,
Cildo Meireles
Desde o fim da década de 1960, Cildo Meireles tem se afirmado como voz única na arte contemporânea, construindo uma obra impregnada pela linguagem internacional da arte conceitual, mas que dialoga de maneira pessoal com o legado poético do neconcretismo brasileiro de Lygia Clark e Hélio Oiticica.
Seu trabalho pioneiro no campo da arte da instalação prima pela diversidade de suportes, técnicas e materiais, apontando quase sempre para questões mais amplas, de natureza política e social. Neste sentido, Desvio para o Vermelho é um de seus trabalhos mais complexos e ambiciosos – concebido em 1967, montado em diferentes versões desde 1984 e exibido em Inhotim em caráter permanente desde 2006. Formado por três ambientes articulados entre si, no primeiro deles (Impregnação) nos deparamos com uma exaustiva coleção monocromática de móveis, objetos e obras de arte em diferentes tons, reunidos “de maneira plausível mas improvável” por alguma idiossincrasia doméstica. Nos ambientes seguintes, Entorno e Desvio, têm lugar o que o artista chama de explicações anedóticas para o mesmo fenômeno da primeira sala, em que a cor satura a matéria, se transformando em matéria. Aberta a uma série de simbolismos e metáforas, desde a violência do sangue até conotações ideológicas, o que interessa ao artista nesta obra é oferecer uma seqüência de impactos sensoriais e psicológicos ao espectador: uma série de falsas lógicas que nos devolvem sempre a um mesmo ponto de partida.
Penetrável Magic Square #5,
Hélio Oiticica
Larry Clark
Considerado como um dos fotógrafos americanos mais importantes e influentes de sua geração, Larry Clarck é conhecido tanto por suas contenciosas fotografias tanto por seus filmes polêmicos que focam na sexualidade na adolescência, violência e uso de drogas. Clark estourou na consciência pública com o seu livro Tulsa em 1971, usando a fotografia para explorar questões sociais urgentes referentes a cultura jovem. Em particular, ele está interessado em investigar os perigos e a vulnerabilidade da masculinidade do adolescente, que muitas vezes ele explora do ponto de vista autobiográfico.
Nascido em Tulsa, Oklahoma, em 1943, Clark aprendeu fotografia cedo. Sua mãe era fotógrafa de bebes, e Clark foi inserido no negócio da família começando a fotografar aos treze anos. Na idade de dezesseis anos, Clark começou a usar drogas ingetáveis com seus amigos. Sempre armado com uma câmera, Clark produziu imagens incrivelmente íntimas e belas de seu círculo de drogas de
Em todas estas obras, Clark aborda um conjunto de temas relacionados com: problemas familiares, masculinidade e as raízes da violência, as ligações entre as imagens em massa e comportamentos sociais, e a construção da identidade na adolescência. Para abordar estas questões Clark usa frequentemente imagens de sexo explícito, bem como cenas de uso de drogas e violência ostensiva, o que é muitas vezes chocante para o público. Estas obras são ao mesmo tempo inimagináveis e inesquecíveis. O trabalho desafiador de Clark em fotografia e filme, que aborda temas tão socialmente relevantes como a violência entre adolescentes, a pornografia, a masculinidade, a censura, e a influência dos meios de comunicação, irá, esperamos, dar aos telespectadores a oportunidade de se engajar em um diálogo popular sobre estes temas polêmicos.
Muitos críticos o acusam de exploração sórdida das situações retratadas pelo simples valor de choque. Por outro lado, seu trabalho é aclamado por ter base sólida em uma realidade vivida por muitos jovens contemporâneos ocidentais e que é propositalmente ignorada pela ofensa que causa à decência e à moral social.

terça-feira, 13 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Intervenção: Performance
Com intenção de explorarmos e entrarmos em contato mais intimante com o lugar escolhido para a intervenção em Bichinho foi proposto que fizéssemos uma performance previamente ensaiada com o grupo. Segue abaixo o registro em vídeo da performance.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Uma visita a Bichinho
Um nome simples e curioso para uma cidade com as mesmas características. É assim que me lembro do lugarejo de ruas estreitas e casas aconchegantes que conhecemos a uma semana atrás. Tão pequena e capaz de abrigar, ainda assim, tanta diversidade; sem dúvida um lugar muito rico para se estudar Arquitetura e Urbanismo. Com certeza cada um de nós saiu de Bichinho com uma visão totalmente diferente da de quando chegou., tanto em relação a própria arquitetura como em relação à lógica da cidade, às diferenças de interesses dos moradores e o modo como eles vivem e interpretam o que é "qualidade de vida". Seguem abaixo algumas fotografias de lugares marcantes da cidade e de outros que me chamaram atenção.
| Uma das casas mais antigas da cidade que hoje funciona como loja de artesanato |
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| Casa de adobe, método de construção antigo e mais comum na cidade |
| Construção mais antiga da cidade |
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| Lojinha de artesanato local |
Museu de Arte da Pampulha
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| Museu de Arte da Pampulha |
"Fiz este projeto em uma noite, não tive outra alternativa. Mas quando funcionava como cassino, cumpria bem suas finalidades, com seus mármores, suas colunas de aço inoxidável, e a burguesia a se exibir, elegante, pelas suas rampas."
Oscar Niemeyer
| Vista interna |
| Vista Lateral |
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Ocupando o espaço...
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| Parkuor |
Parkuor
O Parkour, conhecido também por “Lê Parkuor ”, sugiu na França em meados dos anos 80 e pode ser definido como a arte do deslocamento ou a arte de superar obstáculos, utilizando uma série de habilidades do corpo em conjunto para dominar o ambiente em sua totalidade. Os praticantes de Parkour vão de um lugar a outro utilizando somente os recursos que seu corpo oferece, fazendo uso de diversas técnicas como saltos, rolamentos, corridas e escaladas.
Deriva
Deriva, uma prática em que as pessoas vagam sem objetivo e sem destino pelas ruas. A deriva é um procedimento de reconhecimento urbano em que se anda apressadamente pelas vias urbanas deixando-se levar pelas exigências feitas pela própria paisagem.
Deriva, uma prática em que as pessoas vagam sem objetivo e sem destino pelas ruas. A deriva é um procedimento de reconhecimento urbano em que se anda apressadamente pelas vias urbanas deixando-se levar pelas exigências feitas pela própria paisagem.
Flaneur
Flanar é vagar pelas ruas não simplesmente caminhando, é andar observando tudo à volta, é reparar em detalhes que comumente não reparamos pelo simples fato de serem rotineiros. Um Faneur valoriza as pequenas coisas, os pequenos detahes que para o cidadão comum passam despercebidos. Basicamente um Flaneur é uma pessoa que anda pela cidade com o objetivo de experimentá-la através de seus sentidos.
Flash mob
Em inglês, Flash Mob é a abreviação de “flash mobilization”, que significa mobilização rápida, relâmpago. Trata-se de uma aglomeração instantânea de pessoas em um local público para realizar uma ação previamente organizada. Para efeitos de impacto, a dispersão geralmente é feita com a mesma instantaneidade. Geralmente são organizadas via internet, atraves de emails ou redes sociais.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Priscila Zampier por Natália Diniz: Um exercício de Abstração
A abstração é um conceito no qual não se leva em conta um valor específico determinado e sim qualquer entre todos os valores daquilo, ou neste caso, de quem estamos lidando ou ao que estamos nos referindo.
De acordo com a proposta, segue abaixo as fotos, a primeira original e a segunda modificada através do Photoshop Ligthtroom 3.4.1.
Com o auxilio dos aplicativos oferecidos pelo programa procurei de fato focalizar a própria Priscila, numa combinação de cores bem intensas e vibrantes, que não coincidentemente, combinam perfeitamente com sua personalidade e momento de vida cheio de expectativas e anseios.
De acordo com a proposta, segue abaixo as fotos, a primeira original e a segunda modificada através do Photoshop Ligthtroom 3.4.1.
Com o auxilio dos aplicativos oferecidos pelo programa procurei de fato focalizar a própria Priscila, numa combinação de cores bem intensas e vibrantes, que não coincidentemente, combinam perfeitamente com sua personalidade e momento de vida cheio de expectativas e anseios.
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| Foto Original |
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| Foto Modificada |
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| Foto Refeita |
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