Considerado como um dos fotógrafos americanos mais importantes e influentes de sua geração, Larry Clarck é conhecido tanto por suas contenciosas fotografias tanto por seus filmes polêmicos que focam na sexualidade na adolescência, violência e uso de drogas. Clark estourou na consciência pública com o seu livro Tulsa em 1971, usando a fotografia para explorar questões sociais urgentes referentes a cultura jovem. Em particular, ele está interessado em investigar os perigos e a vulnerabilidade da masculinidade do adolescente, que muitas vezes ele explora do ponto de vista autobiográfico.
Nascido em Tulsa, Oklahoma, em 1943, Clark aprendeu fotografia cedo. Sua mãe era fotógrafa de bebes, e Clark foi inserido no negócio da família começando a fotografar aos treze anos. Na idade de dezesseis anos, Clark começou a usar drogas ingetáveis com seus amigos. Sempre armado com uma câmera, Clark produziu imagens incrivelmente íntimas e belas de seu círculo de drogas de
Em todas estas obras, Clark aborda um conjunto de temas relacionados com: problemas familiares, masculinidade e as raízes da violência, as ligações entre as imagens em massa e comportamentos sociais, e a construção da identidade na adolescência. Para abordar estas questões Clark usa frequentemente imagens de sexo explícito, bem como cenas de uso de drogas e violência ostensiva, o que é muitas vezes chocante para o público. Estas obras são ao mesmo tempo inimagináveis e inesquecíveis. O trabalho desafiador de Clark em fotografia e filme, que aborda temas tão socialmente relevantes como a violência entre adolescentes, a pornografia, a masculinidade, a censura, e a influência dos meios de comunicação, irá, esperamos, dar aos telespectadores a oportunidade de se engajar em um diálogo popular sobre estes temas polêmicos.
Muitos críticos o acusam de exploração sórdida das situações retratadas pelo simples valor de choque. Por outro lado, seu trabalho é aclamado por ter base sólida em uma realidade vivida por muitos jovens contemporâneos ocidentais e que é propositalmente ignorada pela ofensa que causa à decência e à moral social.



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